Dinis Manuel Alves | Lobito | 1958

não se deixem de estórias.

Dinis Manuel Alves | Lobito | 1958

Um blog, porque o árbitro não faz o monge.

Dinis Manuel Alves | Lobito | 1958

telhados de vidro, coração de cristal, salpicos de orvalho, pão com manteiga acúcar e canela, poço da morte. De que festa é a nostalgia?

Dinis Manuel Alves | Lobito | 1958

Odete, nelson, nelsito, nocio, inês, mariana, lobito, são joão, restinga, mampeza, LALA, colina da saudade, moçâmedes, rua das hortas, meda, coimbra, lousã, aveiro.

Dinis Manuel Alves | Lobito | 1958

pista de carrinhos, pentax, eusébio, nikon, helicóptero, ayrton, big apple, liberdade, mini-honda, fraternidade.

Dinis Manuel Alves | Lobito | 1958

deu luz aos olhos, perfumou as rosas, deu ouro ao sol e prata ao luar. E pôs as estrelas no céu, fez o espaço sem fim, deu luto às andorinhas, e este blog a mim.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O corrector do Record pirou!

Fiam-se nos correctores, dá nisto! 

Record errou
quinta-feira, 28 junho de 2012 | 13:20
 
Uma má utilização do corretor ortográfico com a pressão da hora de fecho tornou a abertura do texto sobre as declarações de Bruno Alves no final do encontro numa espécie de ensaio humorístico a que os autores do mesmo são alheios. Aos leitores as nossas desculpas, bem como ao jogador, que não merecia uma coisa assim numa noite em que já tinha razões de sobra para não estar feliz.

Eu tive uma premonição

Esta tarde, quando vi este carro na rua. Rais parta o carro!

terça-feira, 26 de junho de 2012

O segredo do sucesso!

Ser benfiquista e amar loucamente!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Fãs de Madonna em Tilt & Shift

Fotos de fãs de Madonna, enquanto aguardavam pelo início do concerto, este domingo, 24 de Junho, em Coimbra.
O efeito tilt & shift "miniaturiza" a parte da imagem que se encontra focada, dando a ilusão de um mundo liliputiano.
Dito de outra forma, o software "bluriza", desfoca parte da imagem, dando-nos a ilusão de miniatura da parte focada.

Utilizámos a aplicação Vignette, para Android.






Mais Madonna em Coimbra

Mais fotos do concerto de Madonna, este domingo, em Coimbra





 Fotos: Dinis Manuel Alves

A organização esperava cerca de 40 mil pessoas, mas é possível que estejam um pouco menos, com as bancadas não totalmente cheias, nem a totalidade da zona térrea. O preço dos bilhetes, a oferta de espectáculos ou festivais de música nesta altura do ano ou o menor impacto da cantora hoje poderão ajudar a explicar o sucedido. Ao final da tarde, pelas 19h, a circulação de pessoas fazia-se sem dificuldade, longe do sucedido no mesmo local quando ali actuaram os U2.

Pelas 20h o DJ e produtor francês Martin Solveig – que produz algumas das faixas do último disco da cantora – entrou em acção, com uma selecção de impacto dançante, passando música house para grandes massas ao mesmo tempo que ia incentivando a assistência, puxando pelo nome da americana. O público, esse, foi fazendo a festa como acontece sempre nestas ocasiões, criando a famosa onda gigante futebolística nas bancadas e saltando ao som da música.

Talvez porque a Madonna do ano 2012 seja menos personalizada, as admiradoras mais empenhadas que se viam tentavam replicar a cantora ainda da era MTV, com t-shirts a aludirem ao antigo sucesso “Like a virgin”, por exemplo. Mas essencialmente aquilo que se vislumbrava era um público diverso, das mais diferentes idades, o que acaba por não espantar, ou não estivéssemos a falar de um concerto de uma cantora de 53 anos que já atravessou diversas gerações de espectadores desde que irrompeu nos anos 80.
texto: Público 

Madonna em Coimbra

Algumas fotos do concerto de Madonna, este domingo, em Coimbra






                                                                  Fotos: Dinis Manuel Alves


A primeira metade do concerto de Madonna foi marcado pela teatralidade e pelos ambientes góticos num espectáculo imponente de luz e som para cerca de 40 mil pessoas, que mais do que nunca, mais do que para ouvir, é para ver com olhos de espanto.

Começou solene, em clima religioso, quase gótico, o concerto de Madonna, com as suas primeiras palavras a serem “oh! My god, oh! My god”, antes de se lançar na interpretação de “Girl! Gone wild”. Vestida de preto e rodeada do corpo de bailarinos, colocou de imediato a multidão em delírio, para um espectáculo imponente de luz, som e coreografias cuidadosamente encenadas. De seguida veio “Revolver”, com Madonna, dominadora, de pistola em punho, descendo até ao estrado que rodeia a parcela reduzida de público que está próximo dela.

Como numa peça de teatro o próximo quadro passa-se num quarto de hotel, com Madonna a cantar “Gang bang” por entre alusões religiosas, eróticas, assassínios e muito sangue à mistura, enquanto a música dançante e imponente se impõe. É uma Madonna muito mais teatral, pelo menos na primeira meia hora, aquela que se apresenta em Coimbra, em comparação com o concerto de Lisboa há dois anos, com canções como “Papa don’t preach” ou “Hung up” a serem entrecortadas para respeitarem os momentos cénicos muito elaborados.

Mas essa foi apenas a primeira fase de um concerto de duas horas que, inevitavelmente, será marcado por temperaturas muito diferentes, revisitando os sucessos de sempre, mas também canções do mais recente álbum “MDNA”.
texto: Público

domingo, 24 de junho de 2012

Depois dos U2, Madonna em Coimbra













Fotos de Dinis Manuel Alves. Coimbra,  03.10.2010

Google asfalta o Mondego

Parece que a sanha de asfaltar coisas não se sente apenas na Linha da Lousã. A Google resolveu atapetar o Mondego de alcatrão, vejam bem.
Onde antes passava o Basófias e mais uns peixitos, agora é a Av. de Conímbriga. Ganha quem pretende passar para a outra margem, mas temo que possamos vir a sofrer com as cheias, de novo. A não ser que a Google tenha mantido o Mondego a correr por baixo da avenida, não sei.