sexta-feira, 22 de junho de 2012
Arrependimento
Nestas alturas de glórias futebolísticas, como eu me arrependo de ter abandonado a carreira de árbitro de futebol.
Eu sei que o árbitro não faz o monge, por isso fui apanhado naquele caso das luvas, apesar de ter sempre protestado a minha inocência.
Despedi-me num Montemorense-Lorvanense, os de Lorvão ganharam cinco a zero, as moçoilas da terra da Isabelinha Torrão ameaçaram que me açapegavam o pastor alemão e quem tem bandeira na mão tem medo, também.
Teria sido um Pedro Proença? Claro que não; um Pierluigi Collina, nem doutra forma encararia esse meu desafio.
Mas deixem lá, são águas passadas e águas passadas não movem tolinhos
Eu sei que o árbitro não faz o monge, por isso fui apanhado naquele caso das luvas, apesar de ter sempre protestado a minha inocência.
Despedi-me num Montemorense-Lorvanense, os de Lorvão ganharam cinco a zero, as moçoilas da terra da Isabelinha Torrão ameaçaram que me açapegavam o pastor alemão e quem tem bandeira na mão tem medo, também.
Teria sido um Pedro Proença? Claro que não; um Pierluigi Collina, nem doutra forma encararia esse meu desafio.
Mas deixem lá, são águas passadas e águas passadas não movem tolinhos
Cortejo da Queima das Fitas - Coimbra 1989 (2)
Cortejo
da Queima das Fitas, festa tradicional dos estudantes universitários de
Coimbra, Portugal. 1989.
Um Eléctrico Chamado Raúl
Queria
ser bailarino ou árbitro de futebol. Deu em polícia do trânsito.
Graças
ao Raul, houve quem tivesse chegado a casa a horas de ver o futebol na tv.
Muito
simplesmente, punha os empatas a dar corda aos pneus.
Reformou-se.
As ruas de Coimbra perderam algum do seu encanto.



















